{"id":588,"date":"2023-01-31T19:50:18","date_gmt":"2023-01-31T22:50:18","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/?p=588"},"modified":"2023-01-31T19:50:18","modified_gmt":"2023-01-31T22:50:18","slug":"rufinos-a-identidade-quilombola-em-pombal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/?p=588","title":{"rendered":"Rufinos: a identidade quilombola, em Pombal"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Thiago Batista Rufino.<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, o quilombo marcou sua presen\u00e7a durante todo o per\u00edodo escravista, e existiu praticamente em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, onde foi a principal forma de revolta, protesto e resist\u00eancia ao regime escravocrata imposto pela sociedade elitista e com ra\u00edzes europeias.<\/p>\n<p>Foi um fen\u00f4meno de fuga ao sistema de escravid\u00e3o no qual os negros eram submetidos com sua for\u00e7a bra\u00e7al, onde n\u00e3o tinham liberdade, colocando em risco a sua sobreviv\u00eancia biol\u00f3gica. Portanto, a partir do momento que os negros passaram a viver em quilombos, a sua m\u00e3o de obra \u00e9 voltada para a subsist\u00eancia individual ou coletiva, alcan\u00e7ando assim, autonomia das suas for\u00e7as produtivas para sobreviver.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-591\" src=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/QuilomboPombal-300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/QuilomboPombal-300x169.jpeg 300w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/QuilomboPombal-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/QuilomboPombal-768x432.jpeg 768w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/QuilomboPombal.jpeg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Portal de entrada no Quilombo, em Pombal<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A comunidade quilombola Os Rufinos \u00e9 um ber\u00e7o cultural no munic\u00edpio de Pombal (PB), pois v\u00e1rios membros da fam\u00edlia tem uma hist\u00f3ria, identifica\u00e7\u00e3o junto aos grupos tradicionais folcl\u00f3ricos da cidade, como Os Pont\u00f5es e A Irmandade do Ros\u00e1rio.<\/p>\n<p>O grupo religioso tamb\u00e9m denominado como Confraria dos Negros do Ros\u00e1rio, foi criada no s\u00e9culo 19 na \u00e9poca do Brasil colonial, tendo como objetivo a organiza\u00e7\u00e3o dos negros devotos de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, levantando recursos por meio da organiza\u00e7\u00e3o em grupo, a Irmandade do Ros\u00e1rio comprou alforrias de escravizados no per\u00edodo escravista e tamb\u00e9m realizou diversos enterros dignos aos irm\u00e3os negros da Confraria, como relata o escritor e pesquisador Jerdivan N\u00f3brega de Ara\u00fajo, na sua obra A Irmandade dos Negros do Ros\u00e1rio de Pombal-PB.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-592\" src=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/casaquilombo-225x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/casaquilombo-225x300.jpeg 225w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/casaquilombo-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/casaquilombo-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/casaquilombo.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Produ\u00e7\u00e3o em cer\u00e2mica no quilombo<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A Irmandade do Ros\u00e1rio em Pombal foi fundada pelo negro Manoel Cachoeira, em que a historiografia relata que o mesmo precisou viajar tr\u00eas vezes a p\u00e9 de Pombal at\u00e9 Olinda (PE) para conseguir a permiss\u00e3o com o Bispo D. Jo\u00e3o Fernandes Tiago Esberardi, sendo reconhecido pela Igreja Cat\u00f3lica apenas em 1895. Relatos de membros mais antigos e pesquisas historiogr\u00e1ficas recentes retratam que a funda\u00e7\u00e3o do grupo religioso teria sido bem antes dessa data, provavelmente at\u00e9 antes de 1800. Assim, percebemos a import\u00e2ncia e a contribui\u00e7\u00e3o dos negros na forma\u00e7\u00e3o cultural e social da Terra de Maring\u00e1, onde Os Rufinos deram a sua contribui\u00e7\u00e3o por meio de muitos membros que fizeram parte durante todo esse tempo da constitui\u00e7\u00e3o e tradi\u00e7\u00e3o da Irmandade dos Negros do Ros\u00e1rio.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-593\" src=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/chegairman-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/chegairman-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/chegairman-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/chegairman-768x576.jpg 768w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/chegairman-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/chegairman-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Cortejo da Irmandade do Ros\u00e1rio<\/strong><\/em><\/p>\n<p>As experi\u00eancias vivenciadas e as hist\u00f3rias contadas pela oralidade para os mais novos d\u00e3o sustentabilidade e consci\u00eancia da identidade dessa comunidade, proporcionando o zelo, o cuidado pela conserva\u00e7\u00e3o dos costumes, tradi\u00e7\u00f5es e valoriza\u00e7\u00e3o da sua cultura. Tais tra\u00e7os de hereditariedade espont\u00e2nea s\u00e3o vistos em diversos aspectos e manifesta\u00e7\u00f5es de boa parte de seus membros, nos quais observamos na heran\u00e7a do artesanato em barro, atividade essa que vem sendo repassada de gera\u00e7\u00e3o para a gera\u00e7\u00e3o, dos mais velhos para os mais novos.<\/p>\n<p>Na participa\u00e7\u00e3o nos grupos tradicionais de dan\u00e7a como Os Pont\u00f5es, percebe-se o interesse e envolvimento desde cedo dos mais velhos em ensinarem e incentivarem a juventude a ganhar gosto pela pr\u00e1tica e envolvimento direto na atividade cultural.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-594\" src=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/seloquilombo-300x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/seloquilombo-300x300.jpeg 300w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/seloquilombo-150x150.jpeg 150w, https:\/\/blogdojoaocosta.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/seloquilombo.jpeg 720w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o reconhecimento legal da comunidade como quilombo remanescente, \u00e9 not\u00f3rio a forma de organiza\u00e7\u00e3o e seriedade como s\u00e3o encaradas essas pr\u00e1ticas cotidianas, fazendo com que Os Rufinos possam passar pelo processo de empoderamento de suas a\u00e7\u00f5es sociais, seja do ponto de vista individual ou coletivo, mesmo enfrentando falta de incentivos p\u00fablicos essenciais, a comunidade vem ganha for\u00e7a e voz em prol de sua organiza\u00e7\u00e3o social, cultural e pol\u00edtica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Thiago Batista Rufino. 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