Eis a trajetória do cangaço – contada desde o tempo em que o termo sequer existia nos dicionários –, quando os primeiros bandoleiros pisaram o vasto sertão da América portuguesa, passando pelo quilombo dos Palmares, pelo ouro das Minas, pelas “bárbaras guerras”, até a chegada dos curraleiros aos sertões do Norte e dos emboabas às Minas Gerais.
Neste primeiro volume sobre a gesta do cangaceirismo, a autora faz uma análise apurada dos vários eventos que aconteceram nas Capitanias do Norte no período que vai de 1654 a 1877, para tentar entender por que o banditismo rural sertanejo começou a tomar outros rumos nessa região a partir do período das Regências, agravando-se depois da promulgação da Lei de Terras para, pouco tempo depois, a “Grande Seca” entornar de vez o caldo e fazer surgir o cangaço no apagar das luzes do Oitocentos.

Fonte: Divulgação.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *